
Por força da globalização dos mercados, assistimos a padronização se consolidar, imprimindo sua a marca nas relações sócio-culturais e econômicas com os elementos da homogeneidade da sociedade. O paradigma do que hoje consideramos beleza; os produtos industrializados que consumidos com naturalidade, tanto nos países de onde são peculiares quanto do outro lado do mundo; a moda que uniformiza o estilo de vestir de povos de culturas tão diferentes;
As grandes redes de televisão, algumas de audiência mundial, que trazem a notícia dos acontecimentos do mundo numa única versão; as novas tecnologias, particularmente, a internet que vem dando um formato unívoco para o entretimento e a interatividade tão latente nesse novo milênio. São sinais indeléveis da massificação cultural homogeinizadora da sociedade atual.
Em contraposição ao fim da singularidade ou ao fim da pluralidade das culturas nas sociedades modernas, estamos por outro lado, vendo nascer a organização de grupos ditos minoritários que vem aparecendo defendendo princípios próprios e assumindo uma identidade única e intransferível.
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